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OE2019: O QUE VAI MUDAR NO IMOBILIÁRIO

A par das famílias, pensionistas e empresas, há novidades na calha para o imobiliário no âmbito da Proposta de Orçamento do Estado para 2019 (OE 2019). Depois de meses de negociações com os partidos, municípios e os lobbies do setor, o Governo entrega hoje, dia 15 de outubro de 2018, a proposta final na Assembleia da República. Bónus no IRS das rendas de casas no interior, novos prazos para o IMI e regras diferentes para as mais-valias do alojamento local são algumas das novas medidas que constam da proposta preliminar a que o idealista/news teve acesso e que aqui resumimos. O documento será discutido e votado na generalidade nos dias 29 e 30 deste mês, estando a votação global agendada para 29 de novembro de 2018. Isto depois de o Governo socialista de António Costa ter aprovado este sábado a proposta de Orçamento do Estado para 2019, o relatório e as Grandes Opções do Plano e o Quadro Plurianual de Programação Orçamental. Bónus no IRS com despesas de rendas de casas no Interior As f…

O SEIXAL ATRAI (CADA VEZ MAIS) RESIDENTES E INVESTIDORES

Joaquim Santos, engenheiro civil e presidente da Câmara Municipal do Seixal, fala ao Diário Imobiliário sobre o potencial de atractividade do concelho da Margem Sul e dos projectos que já estão em marcha, quer no campo da reabilitação, do turismo ou da industrialização. Com um território de 95 km2 de superfície e uma população de cerca de 170 mil habitantes, o Seixal goza de uma forte proximidade à capital e uma localização que lhe permite estabelecer relações privilegiadas com a maioria dos concelhos da margem sul do Tejo e com Lisboa. Possui ainda uma extensa frente ribeirinha que se estende ao longo de 14 km. As razões que levaram o Salão Imobiliário de Portugal – SIL a convidar o Seixal como Cidade Convidada do maior evento do sector, que abre as portas hoje, 3 de Outubro e decorre até Domingo, estão plenamente justificadas. O edil do Seixal revela em primeira mão do DI que o seu concelho vai ter o primeiro grande projecto industrial que marca o arranque da South Lisbon Bay – o g…

VIDEO APRESENTAÇÃO DA 21ª EDIÇÃO DO SIL

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Quer ver o seu imóvel promovido no maior salão Imobiliário de Portugal?
Procura um imóvel especial?
Ou quer conhecer algumas oportunidades de investimento?
Veja aqui o video apresentação da 21ª edição do SIL e fale connosco. 😉





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Andreia Mendes & Isabel Monte
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S&P: PREÇOS DAS CASAS EM PORTUGAL DEVEM SUBIR 9,5% ESTE ANO

A agência de rating sublinha que programas como os "vistos gold" e o regime de residentes não habituais estão a promover o aumento da procura por estrangeiros.

Os preços das casas em Portugal devem subir 9,5% este ano, estima a Standard & Poor's, num relatório sobre o mercado imobiliário, publicado esta segunda-feira, 3 de Setembro. A dar gás aos preços está a forte procura doméstica e estrangeira, perante uma oferta contida.

"A procura doméstica e estrangeira forte, bem como a oferta curta, estão a promover aumentos fortes nos preços das casas em Portugal. Esperamos que os preços subam 9,5% este ano, mas projectamos que as pressões vão abrandar com o crescimento económico mais lento, os crescentes custos do endividamento e a deterioração da acessibilidade", lê-se no relatório.

A agência sublinha ainda a importância de programas como "o visto gold e o regime de residentes não habituais" para o aumento da procura externa. Tal como noticiou esta seg…

MERCADOS PERIFÉRICOS DAS PRINCIPAIS CIDADES VÃO SER OS MAIS DINÂMICOS

A subida de preços das casas estão a preocupar os agentes imobiliários. O preço de venda das casas em Portugal (Continental) subiu 14,2% em Março de 2018 face ao mesmo mês de 2017, de acordo com os mais recentes resultados do Índice de Preços Residenciais (IPR) da Confidencial Imobiliário.Um indicador apurado a partir da informação sobre preços efectivos de transacções captados no âmbito do SIR-Sistema de Informação Residencial.

Uma situação que traz consequências ao mercado. Ricardo Sousa, CEO da Century 21, estima que actualmente, se verifica um maior gap entre a oferta e a procura, em especial na procura nacional, que está a assistir a uma subida mais rápida dos preços das casas, que o rendimento disponível das famílias não está a acompanhar. “Esta situação irá dinamizar os mercados periféricos das principais cidades, com a deslocação da procura para estas zonas, que apresentam valores mais ajustados ao poder de compra dos portugueses”, salienta.

O estudo revela ainda que a variaçã…

TAXA NEGATIVA NOS CRÉDITOS À HABITAÇÃO JÁ EM VIGOR

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Os bancos já são obrigados a reflectir nos contratos do crédito à habitação os valores negativos das Euribor e têm até 30 de Julho para rever o indexante de calculo da taxa de juro dos créditos.
Na lei publicada em Diário da República revela que “quando do apuramento da taxa de juro resultar um valor negativo, deve este valor ser refletido nos contratos de crédito”. Uma medida que institui a obrigatoriedade de as instituições bancárias reflectirem totalmente a descida da taxa Euribor nos contratos de crédito à habitação, e que altera um decreto-lei do ano passado.

O diploma esclarece que “o valor negativo apurado deve ser deduzido ao capital em dívida na prestação vincenda”, e especifica que as alterações hoje publicadas se aplicam às prestações vincendas dos contratos de crédito em curso à data da sua entrada em vigor, que é quinta-feira, não sendo necessária qualquer alteração das cláusulas dos contratos de crédito à habitação.

Para este fim, a lei determina que “as instituições de cré…

RESTRIÇÕES AO CRÉDITO À HABITAÇÃO JÁ ENTRARAM EM VIGOR

As regras do Banco de Portugal (BdP) que visam pôr um travão à concessão de crédito à habitação e ao consumo entraram em vigor este domingo (1 de julho). As recomendações foram anunciadas pelo regulador a 1 de fevereiro e estabelecem que as famílias só podem gastar metade do seu rendimento com empréstimos bancários. O objetivo do supervisor é simples: impedir que os bancos assumam riscos excessivosna concessão de novos créditos e fazer com que os clientes tenham capacidade para pagar as suas dívidas. Em causa estão estas três medidas preventivas: Limites à taxa de esforço: o BdP definiu limites para a taxa de esforço, isto é, para os encargos que os consumidores podem assumir com os empréstimos. O objetivo é que as famílias não assumam encargos superiores a 50% do seu rendimento líquido mensal. O regulador abre exceções, permitindo que possam ultrapassar este limite da taxa de esforço até 5% do montante total de créditos concedidos por cada banco em cada ano e que um quinto do montante t…